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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Passeios e Viagens - Paraty - Rio de Janeiro


Que tal aproveitar o próximo feriado e conhecer uma cidade considerada Patrimônio Histórico Nacional?  Andar por Paraty dá a sensação de que estamos voltando no passado! Andar pelas ruas de pedras e observar os casarões e as igrejas nos faz imaginar como era o Brasil antigamente.

A cidade oferece várias opções de hospedagem, podendo ser pousadas, hotéis, flats, hostels  ou até mesmo SPA. Um dos pontos fortes desse lugar paradisíaco é sua gastronomia, com inúmeras opções de restaurantes, a cidade oferece o melhor da culinária internacional e pratos típicos da região, preparados com peixes e frutos do mar.

Para quem gosta de curtir a natureza, esse lugar é perfeito! Em sua área encontram-se a Área de Proteção Ambental do Cairuçu, onde está a Vila de Trindade, o Parque Nacional da Serra da Bocaina, a Reserva da Joatinga e o Parque Estadual da Serra do Mar. Portanto, o lugar perfeito para relaxar, respirar um pouco de ar puro e aproveitar a natureza.

Se você for a Paraty, não deixe de conhecer Trindade. Localizada a 30 km do trevo de Paraty, um dos destinos mais importante do município está situada dentro da Área de Proteção Ambiental do Cairuçu. A Vila de Trindade além de oferecer diversas opções de compras, hospedagem e gastronomia, também oferece suas maravilhosas praias, trilhas e cachoeiras. Mantendo sempre o estilo rústico, esse é o lugar perfeito para quem quer um pouco de paz.

Paraty possui aproximadamente 50 praias, sendo algumas delas com acesso por carro e outras com acesso apenas de barco. Nas praias com o acesso um pouco mais restrito, é possível encontrar uma natureza em estado quase selvagem. Portanto, não deixem de aproveitar as maravilhosas paisagens que Paraty tem a oferecer.




www.travelandleisure.com

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Gastronomia - Ode à Cozinha











Sou mais doceira e cozinheira
do que escritora, sendo a culinária
a mais nobre de todas as Artes:
objetiva, concreta, jamais abstrata
a que está ligada à vida e
à saúde humana.
(trecho do poema: Cora Coralina, Quem É Você?)

A cozinha sempre me acompanhou, desde pequeninha. Tenho até hoje uma cicatriz na perna que ganhei aos 4 anos por estar sentada na pia mexendo uma panela de doces. Sempre gostei, adorava brincar de cozinheira e inventar receitas com ingredientes de verdade (meus pais que o digam, até hoje sofrem ao experimentar minhas invencionices), algumas das minhas melhores histórias da infância são ligadas a cozinha: receitas mal sucedidas (como o dia que derrubei o saleiro inteiro na massa do pão e não contei para ninguém), festas de boneca com brigadeiro de verdade (eram as mais famosas da rua por serem as únicas que a gente não precisava simular mastigas bolo de plástico) e tantas outras.



Tive algumas mestras, a primeira delas foi a Tia Alice, uma tia libanesa idosa da minha mãe que morou conosco por anos. Ela me ensinou a fazer iguarias árabes como kibe cru, charuto e chichi barak, uma receita que demorava 3 dias pra ficar pronto e era (é) meu prato favorito, mas também aprendi a fazer pipoca, brigadeiro e outras guloseimas de criança. Um pouquinho mais velha tive a Vó Geny, sempre muito prática com receitas rápidas e fáceis, as vezes tão fáceis quanto pegar o telefone e pedir para o moço da padaria entregar. E sempre tive minha mãe no convívio cotidiano e nas coisas básicas: arroz, feijão, carne de panela, como usar panela de pressão (instrumento que até hoje tenho medo) e outras coisinhas diárias. E, mais recentemente, a Vó Coraly, uma senhorinha de 80 anos que passou a vida toda dentro da cozinha.
No meu aniversário de 16 anos ganhei dela um caderno com todas as receitas da família, tem de tudo: bolo, doce, carne, panqueca, suffle, etc. Toda vez que eu quero passar um tempinho com ela invento que preciso de ajuda numa receita e vou para sua casa..



Desde pequena soube que trabalharia com isso quando crescesse. Na verdade, sempre trabalhei. E, agora, aos pouquinhos vou realizando o sonho de ter uma doceria. Ela se chama “Dona Cora”, em homenagem a minha queria avó e mentora, e oferece docinhos para momentos em família, festinhas, festonas e grandes eventos. São todos feitos por uma neta que aprendeu a cozinhar com o carinho de avó. Os sabores são muitos: brigadeiros e beijinhos simples, com nozes, pistache, cereja, coco, uva, e o que mais a sua imaginação permitir, é só pedir!

Ficou interessado? Manda um e-mail que te mando o cardápio.


quinta-feira, 18 de julho de 2013

Gastronomia - Mixidão


Sabe quando você vê uma idéia e morre de raiva de não ter sido a autora? Aconteceu comigo hoje. Nessas andanças virtuais achei um blog bem criativo, o Mixidão. Ele ensina receitas de quitutes através de infográficos coloridos e criativos. Ai vão alguns exemplos dos meus favoritos:




Ainda não testei as receitas, mas as quantidades estão certas e os passos também!
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